29 junho 2007

NÃO PODE A ECONOMIA DA CHINA CRESCE 10% A.M, OS PAISES EMERGENTES CRESCEM EM MÉDIA, 7% EO BRASIL APENAS 3% "GERALDO ALCKMIN"
Realmente eu chamo isso de abulso:
1º oq ele fez de util para os presidios?? Ajudou aeduziu a maior idade penal ( hsuahsuash ).
2º o minimo q ele fez pela educação é colocar a patrulha de choque, lá na Assembléia Legislativa lembra??? É eu lembro muito bem como ele recebeu os alunos, com bomba de gaz lacrimogeneo e uma chuva de surra nos alunos isso q da vc ir reivindicar direitos pela educação..
3º Ouvir ele falar de CPI's nossa isso sim é uma palhaçada
O otimismo continuaa...
A imessa liquidez disponivel no mercado atual é o numero de ativos se vulneralizam no mercado atual...
A cituação na realidade em que o U.S.A com essa redução na atividade economica ñ se faz tam insatisfatório para o mercado internacional, onde isso se faz muito gratificante para o Brasil.. Mas será que podemos no atual senario q nós nos encontramos fica se gabando?...Será q possamos enfrentar daqui algum tempo um inflação ??
A Europa volta a crescer...
O banco central europeu precvia para 2007 uma euforia apelidada de "Eurolandia" com um crescimento aproximado de 1,8% a 2%, sendo que na realidade as espectativas foram ultrapassadas e alcançou os 2,5% tudo isso por causa da Alemanha e Grecia foram os paises que mais inflenciaram toda essa ciranda economica crescente "srsrsrsr".
Não obstante que o Banco pretende agora robustar as taxas para aproxiadamente 3,7 a 4%, onde eles alegam também forte influenciamento da melhora fiscal que anda colaborando muito no país.
Um discurso importante
O presidente Lula fez, ontem, um importante pronunciamento na posso do procurador-geral da República, Antonio Fernando de Souza, que foi reconduzido ao cargo. No discurso, o presidente destacou a importância do Ministério Público, mas cobrou responsabilidade redobrada do órgão, reafirmando que é preciso evitar a condenação pública de qualquer pessoa antes de seu julgamento.Veja aqui a íntegra do pronunciamento do presidente Lula:“Na verdade, eu imaginei que esta posse seria lá no Ministério Público, com um grande ato, como nós fizemos há dois anos. Eu queria dizer ao Antônio Fernando um pouco daquilo que eu disse na posse dele dois anos atrás. Uma democracia, para ser consolidada definitivamente, e para que não sofra os tremores naturais das intempéries políticas do país, precisa ter instituições sólidas, instituições fortes, instituições que não se abalem com manchetes de jornais, instituições que não se abalem com noticiário de rádio, de televisão, com debates dentro do Congresso Nacional ou com discursos do presidente da República.As instituições, enquanto instituições, têm que ser sólidas politicamente, financeiramente e, sobretudo, precisam levar em conta que os seus membros não precisam construir biografias no exercício das suas funções. Eu digo isso, porque estamos vivendo um momento ímpar na história do País. Vivemos um momento ímpar na política, de crescimento econômico, vivemos um momento ímpar na participação dos mais pobres, seja no consumo ou na participação da democracia, estamos consolidando, em todo o sistema jurídico do País, instituições como os Conselhos que criamos para fortalecer e consolidar, ainda mais, o nosso Poder Judiciário, e precisamos, a partir daí, a partir do momento em que as instituições estão consolidadas, a ter consciência de que quanto mais poder nós temos, mais aumenta a nossa responsabilidade.Eu sempre parto do pressuposto de que a democracia garante que todos, sem distinção, são inocentes até prova em contrário e que, portanto, todos precisam ter um julgamento feito com a maior lisura possível para que não se cometa nenhum erro de omissão e nenhum erro de exagero em qualquer uma das nossas instituições.Então, meu caro Antônio Fernando, você que foi empossado para cumprir mais dois anos de mandato, eu queria apenas fazer um pedido. Da minha parte, você já conhece o meu comportamento. Jamais o chamarei, jamais darei um telefonema para você para pedir que o Ministério Público não exerça as funções que eu ajudei a aprovar como deputado constituinte em 1988. E é exatamente por esse comportamento que o presidente da República tem com o Ministério Público que eu me permito dizer, na frente da imprensa, na frente das autoridades brasileiras, na frente da representação do Ministério Público, uma coisa que me inquieta como cidadão, que me inquieta no comportamento da Polícia Federal e que me inquieta no comportamento do Ministério Público: é muitas vezes não termos o cuidado de evitar que pessoas sejam execradas publicamente antes de serem julgadas. Não há nada pior para a democracia, do que alguém ser condenado sem ter cometido crime, é tão grave quanto alguém ser absolvido tendo cometido um crime. Daí o ponto de equilíbrio, o equilíbrio da Justiça, o equilíbrio psicológico, o equilíbrio político, de fazer a boa e sensata investigação, a boa e madura investigação, doa a quem doer, mas ao mesmo tempo tendo consciência de que dos 190 milhões de brasileiros, do mais humilde que vive no anonimato até um presidente da República, todos têm que ter a chance de provar a sua inocência antes de serem condenados. Daí por que o poder que tem o Ministério Público hoje, a autonomia que tem o Ministério Público hoje, o obriga a carregar nas suas costas, também, o peso da responsabilidade, já que os seus gestos são mais importantes do que quando não tinha a autonomia que tem hoje. E eu tenho a convicção, meu caro Antonio Fernando, pelo que conheço de ti nesses dois anos de exercício de mandato, que você é um homem que pode continuar a dirigir o Ministério Público, para que ele tenha cada vez mais uma atuação na investigação, no combate aos erros da administração pública, no combate à corrupção, mas ao mesmo tempo, que o Ministério Público também tenha o compromisso democrático de garantir que as pessoas sejam investigadas com seriedade e respeitadas na sua privacidade.

28 junho 2007

O que sera desse país em 2010?

São Paulo, a jóia da coroa
Os bastidores da política começaram a ferver nas últimas semanas porque os principais candidatos a candidatos à sucessão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva já se posicionam na largada da corrida presidencial — as eleições municipais. E nesse contexto a escolha do prefeito de São Paulo, o terceiro maior orçamento do país — com mais poder do que os governos de Minas Gerais e Rio de Janeiro —, torna-se uma “jóia da coroa” ainda mais valiosa.
No fundo, a eleição para a prefeitura de São Paulo vai definir em boa dose o futuro candidato tucano à sucessão presidencial — e, quiçá, da oposição. Na prática, vai decidir se em 2010 haverá ou não um paulista disputando a presidência da República. Segundo o analista da equipe da Tendências Consultoria, Rogério Schmitt, se o governador paulista José Serra (PSDB) não fizer o próximo prefeito da capital – seu candidato, pelo menos até o momento, é o atual prefeito Gilberto Kassab (DEM, ex-PFL) –, perderá um sustentáculo importante de sua pré-candidatura ao Palácio do Planalto.
“Ao contrário, se eleger seu candidato, ganhará um reforço para esse projeto”, acrescenta. Aliás, projeto esse iniciado que teve na eleição de Serra para prefeito da capital um lance relevante. Schmitt acrescenta que, embora José Serra não assumisse na época, estava claro que ao se candidatar à prefeitura paulistana construía um trampolim para chegar à corrida presidencial de 2010, ou, no mínimo, viabilizar seu plano B, que foi o governo do estado de São Paulo.
E,de fato, foi o que aconteceu. Nem bem esquentou a cadeira de prefeito, o tucano deixou o cargo para seu vice, Gilberto Kassab, alçado para o cargo em decorrência da aliança tradicional do PSDB com o PFL, hoje Democrata. Nesse jogo, o próximo lance relevante é o desempenho das urnas na capital paulista, que em muito contribuirá para impulsionar ou enterrar a antiga pretensão de Serra de ocupar o cargo mais importante da República.
Indiretamente, esse resultado vai influenciar a situação da pré-candidatura do governador mineiro Aécio Neves, que disputa com Serra a candidatura pelo PSDB, mas desde já articula outros caminhos para chegar lá, como uma aproximação com o PMDB.
O terreno em São Paulo também é minado pelos demais partidos. A ex-prefeita e ministra do Turismo, Marta Suplicy, pode se candidatar outra vez para o cargo pelo PT e chegar ao segundo turno com o apoio de um terço do eleitorado paulistano. “O drama do PT será optar por um nome conhecido como o de Marta, porém com alto índice de rejeição, ou por um desconhecido mas com chances de crescer”, pondera Schmitt, referindo-se aos nomes alternativos dos deputados federais José Eduardo Cardozo e Arlindo Chinaglia, que partiriam com não mais de 10% dos votos.
Schmitt não acredita que o PP de Paulo Maluf terá alguma força para influenciar o resultado das eleições para a prefeitura paulistana. “O malufismo é uma força decadente.” A incógnita fica por conta do PSDB – se apoiará a reeleição de Kassab ou se lançará uma candidatura própria. “E a variávelchave das eleições municipais na capital de São Paulo é se o ex-governador Geraldo Alckmin será ou não candidato”, enfatiza o analista da Tendências.
“Alckmin é o grande favorito entre todos os pré-candidatos, nenhum nome do PSDB tem o recall que o ex-governador tem, e o cenário é um com ele e outro bem diferente sem ele no páreo”, completa. Embora derrotado nas eleições presidenciais de 2006, o tucano é bem avaliado pelo eleitorado paulista e da capital.
O que não se sabe ainda é a intenção do governador José Serra. “Originalmente, Kassab entrou na chapa de Serra porque o tucano tinha planos de apóia-lo para a prefeitura em 2008, com a concordância do PSDB. Isso é o que sabemos”, comenta Schmitt. “Mas isso ainda é o plano de Serra?”, questiona o analista, evidenciando o grau de mistério que ronda os planos do governador paulista para as eleições municipais. E, para complicar ainda mais, parece que Kassab está criando uma imagem própria, descasada do PSDB, com a boa aceitação de seu principal feito até agora, o Cidade Limpa. “Aparentemente o Democrata e Kassab estão seguindo um caminho independente do PSDB”, observa Schmitt.
E, da mesma forma que é fundamental para os demais partidos, agarrar a prefeitura de São Paulo também poderá determinar a sobrevivência do Democrata. É esperar para ver.
Preparando trampolins
Existem motivos de sobra para as conspirações que começam a ser feitas nos bastidores entre caciques dos partidos,governadores, parlamentares, prefeitos e demais políticos interessados nas eleições municipais do próximo ano.A definição dos prefeitos antecipa dois anos antes não só a tendência do resultado da corrida presidencial mas também da escolha de governadores, senadores e deputados federais.É por isso que todos os pré-candidatos aos governos estaduais, ao Palácio do Planalto, Câmara e Senado em 2010 — e não apenas os que pretendem chegar às prefeituras e câmaras municipais em 2008 — estão de olho nesses movimentos.
O posicionamento na largada torna- se mais importante diante das circunstâncias especiais em que se dará a corrida presidencial daqui a três anos, quando Luiz Inácio Lula da Silva não estará entre os candidatos — diferentemente do que ocorreu nos últimos vinte anos —, e cresce a possibilidade de a disputa se dar sem a participação de nenhum outro paulista.Apesar do empenho do governador de São Paulo, José Serra (PSDB), em ocupar esse lugar de destaque na legenda, cresce o nome do outro presidenciável tucano, o governador mineiro Aécio Neves.
A conjuntura daqui por diante fica ainda mais rica com a discussão, no Congresso Nacional, do casamento de mandatos para todos os cargos no Executivo e Legislativo nas três esferas de governo.Se a proposta vingar, uma das conseqüências possíveis é a prorrogação dos atuais mandatos de prefeitos, vice e vereadores.
Os eleitores não sabem disso,mas quando votarem no ano que vem — o primeiro turno será em 5 de outubro — estarão reforçando ou detonando pré-candidaturas ao Palácio do Planalto e, a reboque, desenhando o mapa dos governos regionais. Ou seja,pavimentando trampolins para vôos mais altos.“Desde a redemocratização, as eleições de prefeitos funcionam para os partidos como um ensaio das eleições gerais,pois determina as apostas que os partidos farão no pleito eleitoral de governadores e presidente da República”, afirma o cientista político da equipe da Tendências Consultoria,Rogério Schmitt. Nesse sentido, é um divisor de águas, já que diante da força do voto os demais argumentos ficam menores.
Paulo Krammer,da Krammer e Ornelas Consultoria, ressalta que desde o primeiro governo Fernando Henrique Cardoso a preferência do eleitorado diante das opções ofertadas para as prefeituras funciona como uma previsão afinada dos votos para cargos mais relevantes dali a dois anos.“Essa característica está ficando ainda mais aguçada agora, quando o próprio presidente Lula contribui para esquentar a já precipitada sucessão presidencial.“Está mais do que clara a intenção de Lula de influir decisivamente para fazer o seu sucessor”, acrescenta Krammer, lembrando que, teoricamente, esse clima deveria surgir daqui a dois anos.
O desempenho dos partidos nas eleições para prefeito também decide a sorte da coalizão de governo.Por isso, é previsível que depois de outubro do próximo ano uma nova reforma ministerial aconteça. “É razoável pensar que a coalizão dos onze partidos que sustenta o governo vai diminuir de tamanho. As legendas menos alinhadas à situação começam a se mexer para lançar candidaturas próprias aos governos estaduais e à sucessão presidencial”, analista Schmitt.
Paulo Ziulkoski: muitas condições no calendário eleitoral
Nesse sentido,se o PMDB — o aliado essencial do segundo mandato do presidente Lula — se sair muito bem das urnas,poderá aumentar seu apetite para concorrer com candidato próprio à sucessão presidencial em 2010 e, com isso, retirar o apoio da legenda ao nome do PT, como quer hoje o Palácio do Planalto. E isso determinará a redução de seu espaço na Esplanada dos Ministérios. E se o desempenho dos peemedebistas não for condizente com sua participação nos cargos federais, correrão o risco de perder alguns dos ministérios ocupados desde a última reforma ministerial.
Por tudo isso,os políticos estão começando a “ir à feira” com mais freqüência, como dizem os nordestinos para designar esse momento em que, com uma certa antecedência, começam a pensar na eleição seguinte, tentando auscultar qual será a preferência do eleitorado nas urnas. Do ponto de vista partidário, as atenções maiores estão concentradas para o desempenho nas capitais e grandes municípios, que contam mais para fins de montagem da estratégia eleitoral de maior peso.No final de outubro de 2008,passos significativos estarão dados no que diz respeito às definições partidárias e de alianças para as précandidaturas ao Planalto, ao Congresso e aos governos regionais.
Outro teste importante será uma espécie de “prova dos noves” da atual liderança política inconteste de Lula. “É no município que as coisas de fato acontecem e o eleitorado manifesta sua real avaliação, até mesmo sobre as instâncias mais distantes do poder, como é o caso da administração federal”, sublinha o analista da Tendências. Para os observadores mais atentos da cena política, a contagem dos votos nas urnas de outubro do ano que vem apontarão com algum grau de exatidão se o presidente conseguirá ou não eleger seu sucessor, como tanto deseja. Ou se a oposição terá mais chances de emplacar o ocupante do cargo mais cobiçado do país.
Eleições municipais de 2007 são vistas como um termômetro para as majoritárias de 2010 e já provocam intensa movimentação entre políticosPor Liliana Lavoratti
Em breve, os eleitores perceberão as estratégias e movimentos deflagrados rumo ao Planalto ser moldados pela enxurrada de pesquisas de avaliação das administrações em curso, com o objetivo de medir o potencial dos précandidatos. De acordo com a Confederação Nacional dos Municípios (CNM), 75% dos prefeitos exercem o primeiro mandato e,portanto,em tese, podem se candidatar à reeleição.Como boa parte deles não quer continuar no cargo — entre os motivos, os acordos políticos anteriores —, será bem menor o porcentual que tentará mais quatro anos no cargo. Os 25% restantes cumprem o segundo mandato e, portanto, não podem ser reeleitos.
Para que o exército calculado em cerca de 1,5 milhão de candidatos a prefeito e vice-prefeito — uma média de treze em cada município — e às 52 mil vagas existentes nas Câmaras de vereadores saia às ruas em campanha a partir de meados do próximo ano,uma série de providências começa a ser tomada desde já. A primeira delas tem data marcada: até 4 de outubro; ou seja, daqui a cinco meses vence o prazo de filiação partidária para aqueles que querem se candidatar.Segundo a legislação eleitoral,para disputar um cargo eletivo o candidato precisa estar filiado a uma legenda pelo menos doze meses antes da eleição. A movimentação de candidatos, de um partido para outro, deve se intensificar daqui para a frente.


Ainda os juros

É duro, mas temos que voltar aos juros. Pagamos R$ 67.884 bilhões, isso mesmo, de juros da dívida interna nos primeiros 4 meses do ano. Um escândalo. Economizamos, ou seja, fizemos um superávit de R$ 60.027 bilhões, 4,29% do PIB, acima dos 3,8% estabelecidos para 2007. Continuamos na mesma. Daí a necessidade de baixar a taxa selic o mais rápido possível e muito. Não temos saída.Pior é que para segurar o real o BC faz operações no mercado futuro de dólares, a chamada, swap cambial reserva. Como o dólar está se desvalorizando, acaba tendo perdas e agravando o serviço da dívida interna, já que essas perdas são lançadas como pagamento de juros. Quer dizer, continuamos no pior dos mundos em matéria de juros e dívida interna.Com esse serviço da dívida interna, R$ 67 bilhões em quatro meses, tirando o PAC, não sobra dinheiro para nada no governo federal. É só ver o superávit de 4,29%. Tudo como dantes no quartel de Abrantes. Infelizmente. Sem que isso signifique reconhecer todos os avanços do governo Lula, em especial, o crescimento do emprego e da renda e as políticas públicas sociais cada vez mais universais.

26 junho 2007

PAULO SKAF "Presidente da Federação da Industria de SP"
Segundo Paulo o PAC, "programa de aceleração e crescimento" traz informações positivas, mas não o suficiente.
O programa não permite que o pa´si tenha um crescimento com taxas a cima das médias mundiais, como anseia toda sociedade brasileira. Sem reformas estruturais, como a Previdencia e a tributaria , sem uam desburocratização sa leis sem amior segurança juridioca, o país não será capaz de alcaçar uam expanção a um longo periodo de tempo.
Devemos entre tanto analisar que de fato, não estamos num patamar desejado por causa de Governos passados inconpetentes essa é a justificativade fato se a passada não foi boa a futura de fato não será tam satisfatória assimmmm. O importante nesse momento e desfrutar esse patamara alcançado até agora pq meuuuuu galeraaaaa acorada aproveita em quanto temos temos tempo pq e quando passarmos essa mare maravilhosass só DEUS saberá quando voltaremos a ter um presidente de caraterr para decentralizar maiss essas hienas bruguesassssss.




É preciso cuidar dos trabalhadores da cana

Há semanas a mídia vem publicando e divulgando matérias sobre as péssimas condições de vida e de trabalho de nossos trabalhadores rurais, os antes chamados bóias-frias, os cortadores de cana. Acredito que com o crescimento da lavoura da cana de açúcar para produção de etanol - já se fala em 6 milhões de hectares, os hoje cerca de 1 milhão de trabalhadores rurais cortadores de cana de açúcar poderão até duplicar, ou aumentar anualmente acima do crescimento do emprego no pais. Espero que a mecanização avance e que o governo apóie e crie cursos de capacitação para esses trabalhadores e trabalhadoras não qualificados.Mas enquanto isso não acontece, não é possível conviver e aceitar as condições de trabalho, moradia, alimentação e salários desse importante setor do nosso agronegócio. Já é hora do Ministério do Trabalho em conjunto com as Centrais Sindicais, começando pela CUT e CONTAG, organizarem uma mesa com os empresários do setor sucro-alcoleiro e canavieiro para um acordo nacional de trabalho que mude radicalmente o cenário que temos visto na televisão, estabeleça condições de segurança, moradia e alimentação dignas para esses trabalhadores e um piso nacional de salário que mereça esse nome. Não podemos ficar à mercê da fiscalização local e de acordos pontuais entre empregados, sindicatos e empresas em cada município ou região canavieira. É preciso uma política nacional e quem deve implementá-la é o governo federal, as Centrais Sindicais e os empresários.Não podemos tolerar mais uma vez em nossa economia, um boom como o que estamos assistindo com a cana e o etanol, sem resgatar para a cidadania essas centenas de milhares de brasileiros e brasileiras, muitos vindo dos mais diferentes estados de nossa federação, das condições de trabalho e vida humilhantes que temos assistido nas TVs do país. Que eles partilhem, com todo direito, já que produzem essa riqueza, desse momento de crescimento dos biocombustíveis, tão necessários a nossa sobrevivência e futuro.Além disso, é preciso, também, criar uma empresa ou um órgão regulador da produção de etanol, uma “Etanolbras”. A Petrobras já cuida do petróleo e seus derivados e é nesse setor que tem sua expertize. A produção de etanol envolve outras questões, diferentes das da produção de petróleo, como, por exemplo, a compra de terras e usinas por empresas estrangeiras, além de questões ligadas à produção, transporte, comercialização, exportação, etc, que precisam ser controladas e reguladas pelo governo.
Uma decisão histórica
A decisão, por 9X1, do Conselho Nacional de Política Energética pela retomada da construção de Angra 3, revela que o governo decidiu por um fim nas dubiedades com relação a questão energética. Tomou consciência da gravidade da situação e sinaliza claramente para a sociedade que não tolerará medidas de setores do governo, minoritários, que levam à paralisação dos planos de expansão da capacidade energética do país. Isto vale, também, para as usinas do rio Madeira.Angra 3 vai gerar 1.530 MW. Sua energia terá um custo de R$ 140 por Mwh e vai custar R$ 7,2 bilhões, R$ 3 bilhões só em equipamentos. Ficará pronta em 2013 e abre caminho para a construção de mais 4 usinas nucleares no futuro. Ao contrário do que disse um representante do Greenpaece, no mundo a utilização da energia nuclear está em alta. Até ambientalistas renomados já defendem sua utilização na guerra contra o aquecimento global. O que precisamos é dotar Angra 3 do que existe mais moderno em matéria de segurança, criar condições para a prevenção e retirada da população da área em caso de acidente e definir já uma política nacional para os dejetos radiativos das usinas nucleares brasileiras.

VOZ DO PRESIDENTE!!
Segundo o presidente Luiz Inacio Lula da Silva, onde ele relata que para construir uma casa é primeiro necessario construir os alicerces.
O governo atual trabalhou com sinceridade dez do principios da posse, onde nós podemos perceber nos dias de hoje os agentes macroeconomicos que o Brasil tem, mesmo com o desemprego q enfrentamos ainda nós abrimos seis milhões de oportunidade de empregos formais, nós dobramos as exportações, pagamos a divida do FMI " Fundo Monetario Internacional " e a transferencia do Bolsa Família . Esse novo senario passa agora a inserir inumeras pessoas no mercado consumidor e trazendo de volta os alunos para a escola a diminuição do da informalidade no país e direcionando melhor as idéias de nossas criançar a inserir futuramente melhor a alocação da renda e dos fatores de prdução trazendo de volta o "Socialismo" e derrubar defenitivamente comm esse capitalismo sevagem esse burgueses criados como hienas famitas pelo poer total da economia e a centralização de todo capital.